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29.05.2007
Acompanhamos as filmagens de Querô, baseado em obra de Plínio Marcos, que vai lançar nas telas mais um garoto que nunca pensou em ser ator e tem pontos em comum com o sofrido personagem da região portuária santista.
As filmagens de algumas das últimas cenas do longa-metragem Querô, rodadas há pouco na Cadeia da Praia Grande, em São Paulo, continham uma ironia fina. Enquanto o diretor Carlos Cortez dava as instruções ao elenco de garotos, cuja missão era encenar um motim na Febem e literalmente botar fogo no prédio, reais internos e presos aguardavam quietos que as cenas terminassem, trancados em celas da cadeia. "O local estava desativado, mas, durante as filmagens, houve motins na região e não havia para onde mandar os presos. Um dia, quando chegamos para filmar, tínhamos companhia", contou Cortez, emocionado com a boa seqüência que acabara de filmar.
O diretor admite que, não fosse pela colaboração dos detentos, as cenas estariam comprometidas. "Tivemos de negociar. Eles abriram mão do banho de sol para que pudéssemos filmar. E nós os respeitamos, levamos até refrigerante." Durante a cena da rebelião, os garotos da Febem e os presos gritaram junto. Estes com motivos reais.
Enquanto os garotos, descobertos pela equipe do filme entre comunidades carentes de Santos, quebravam tudo, um único membro do elenco observava atento, ansioso e um pouco frustrado por não participar da cena fulminante. No final da seqüência, pulou, bateu palma com a equipe e se sentiu aliviado por mais um dia de trabalho bem feito. O garoto é Maxwell do Nascimento, o Querô. Assim como os outros 40 adolescentes do elenco, Max tem 16 anos e nunca havia visto um filme brasileiro no cinema. "A primeira vez que ouvi falar do filme foi na escola. Estava jogando futebol e vi a Tammy (Weis, produtora do elenco infantil) conversando com um amigo. Achei estranha aquela história de filme, mas não tinha nada a perder e arrisquei", conta ele, que é filho de ambulantes e vive na região dos cortiços do centro de Santos.
A tal 'história de filme' era o projeto Querô, que pode, sem ironia, ser chamado de um filme abençoado, numa referência ao título do livro de Plínio Marcos que inspirou Carlos Cortez: Querô - Uma Reportagem Maldita.
A história do filme se confunde com o documental e a ficção, exatamente como sempre quis Cortez. Em vez de recrutar jovens atores com formação dramática, optou por selecionar garotos das regiões de risco de Santos. Por conhecerem de perto a realidade retratada pelo santista Plínio Marcos, os meninos desempenhariam seus papéis com naturalidade única. A contribuição não parou por aí. Durante as oficinas de interpretação realizadas pela equipe, o roteiro foi sendo construído e as gírias correntes nos anos 70, quando Marcos escreveu a obra, foram sendo atualizadas pelos jovens atores.
Manter os garotos concentrados e unidos era outro ponto crucial para o filme, que conta com participação de Maria Luísa Mendonça, Ailton Graça, Milhen Cortaz e Eliseu Paranhos. A preocupação foi tanta que até o últimos dias de filmagem Max estava proibido de falar com a imprensa. E só quebrou a regra ao falar com o Estado."Um pouco foi por questão de segurança dele. E muito para não arruinar a unidade do elenco. Max não podia se deslumbrar, destoar do grupo. Ele é muito jovem, nunca havia tido nenhuma experiência parecida e precisava estar concentrado", explica Cortez. O cuidado valeu a pena. "Max se revelou um profissional nato. Não se deslumbrou. Manteve a concentração. E não travou em nenhum momento. Impressionante seu talento."
As oficinas de atores merecem destaque. O trabalho para se descobrir onde estava Querô começou há um ano. Uma equipe da Gullane Filmes, produtora do longa, com o apoio de líderes comunitários, vasculhou os subterrâneos da Baixada. "Fomos a cortiços, diques, favelas de mangues, ruas, escolas, campinhos de futebol, bares em busca do nosso elenco", conta a produtora executiva Débora Ivanov. Após a primeira seleção, 1.200 meninos de 12 a 16 anos haviam sido selecionados. Destes, restaram 200, que freqüentaram por meses as oficinas promovidas pela Gullane em um casarão na Avenida Ana Costa, uma das mais famosas da cidade. O casarão virou QG da equipe, que agora pretende continuar as atividades em parceria com a prefeitura e ONGs.
Destes 200, 40 foram selecionados para fazer parte do elenco do filme. Destes 40, um seria Querô, ou Jerônimo do Nascimento, filho de uma prostituta da região do cais do porto, que, após ser expulsa do bordel onde trabalhava com o bebê nos braços, suicida-se tomando querosene. Daí o apelido 'carinhoso'. Com medo de ser linchada pela vizinhança, a dona do bordel, Violeta, acolhe o bebê. Querô é sistematicamente humilhado e surrado por Violeta. Um dia, cansado de tanto apanhar, bate com um porrete em Violeta e foge. Nas ruas, Querô não encontra sorte melhor, é traído por seu melhor amigo e vai parar na Febem, onde é estuprado.
Plínio Marcos não poupou os leitores. Querô é uma história corrosiva, deprimentemente real. O discurso do livro, em forma de depoimento, pode enganar um leitor desatento. Por isso, o tom real era prioridade para Cortez, que conheceu o dramaturgo quando filmava Geraldo Filme, sobre a vida do sambista que era amigo de Marcos.
Lidar com experiências extremas foi o maior desafio para Max. Apesar de acostumado à violência da região dos cortiços, ele é um caso raro de garoto que tem os pais presentes, freqüenta a escola (está no segundo ano do segundo grau) e não se enveredou pelo tráfico de drogas. E já dá provas de que não repetirá a tragédia de Fernando Ramos da Silva, o Pixote, garoto descoberto por Hector Babenco que acabou morto pela polícia. "Vi amigos serem presos, alguns morreram. Quando vejo os meninos aqui na cadeia, penso neles. Sei que tive muita sorte." Quando fala de sorte, Max se refere a Querô. Até entrar para o filme, estava decidido a tirar 2005 para 'não fazer nada que preste". "Tinha cansado da escola. Só vagabundeava. Minha mãe deu graças a Deus que entrei para o filme. Só tinha nota vermelha. Agora, até aula particular eu fiz."
Engana-se quem pensa que a cena mais difícil para Max foi a do estupro. "Apesar da zoeira dos colegas, não dei ligança, sempre soube que teria de fazer e me preparei. Muito pior foi a cena em que Querô vai cometer um assassinato. Antes ele passa na casa da namorada. Para ela, ele é Jerônimo. Me dividi entre o ódio e o amor que ele tinha."
Encerradas as filmagens, Max enfrenta uma dura tarefa: "A despedida dá muita dor no coração. Nos tornamos amigos. Mas tenho muito o que aprender. Cresci querendo jogar futebol. Hoje sei que quero e posso ser ator."
10.06.2010
Nos próximos dias 16, 17 e 18 de junho o Instituto Querô gravará o documentário Aloha, que fala sobre o surf adaptado no litoral Paulista. O filme destaca a história de personagens que através do surf encontraram a superação para os desafios de suas vidas.
Na barca, estão os surfistas adaptados Henrique Saraiva, Valdemir Pereira e outros, acompanhados pelos profissionais Jojó de Olivença e Jair de Oliveira. Durante os intervalos das quedas ao mar e trechos do percurso para praia, o grupo de surfistas, de maneira descontraída, irão apresentar suas histórias e seus sentimentos sobre o surf.
O filme marca ainda o retorno de um dos maiores nomes do surf nacional às ondas, Octaviano Bueno, o Taiu, que não pega onda desde o acidente que o deixou paraplégico em 1991. Com o avanço tecnológico do surf e os novos equipamentos disponíveis no mercado, está sendo produzida uma prancha especial para o seu retorno ao mar, através da prática de Stand up.
A liberdade que o mar oferece para esses personagens, seus sonhos, suas alegrias e tristezas serão apresentadas durante o documentário. A proposta do projeto é que este não seja um filme bad trip, mas sim uma história que fala sobre o surf, alma e ondas.
Aloha é um projeto desenvolvido pelos jovens egressos das Oficinas Querô, que tiveram seu roteiro premiado através de um edital do Ministério da Cultura e após finalização será exibido em mais de 40 emissoras de TV do país. A produção é uma realização dos jovens em parceria com a Querô Filmes, braço de produções do Instituto Querô.
03.09.2007
RIO - Na próxima segunda-feira, dia 3, será exibido no Arteplex, em Botafogo, o documentário "Eu fiz Querô", que mostra o dia-a-dia das oficinas de preparação do filme "Querô", de Carlos Cortez. A exibição será gratuita e começa às 20h30.
Após a sessão, haverá debate sobre o papel do artista na transformação social com MV Bill, Vitor, do AfroReggae, e a equipe do filme "Querô", entre eles, o diretor Carlos Cortez, a atriz Maria Luisa Mendonça e o protagonista Maxwell Nascimento, ganhador dos prêmios de melhor ator nos festivais de Brasília, Cuiabá e Fortaleza (Cine Ceará).
As senhas poderão ser retiradas com uma hora de antecedência.
O longa "Querô", estréia dia 14 de setembro nos cinemas.
16.04.2010
O Sesc Santos realizará de 29 de maio a 11 de julho de 2010 a instalação “É 10!”, como parte da programação especial para a Copa de Mundo de Futebol na África do Sul.
O evento pretende homenagear os 70 anos de Pelé e outros atletas do mundo que se destacaram na modalidade com a camisa 10. De forma transversal, propõe uma reflexão sociológica sobre a mítica criada entorno do número 10 – transformado em “clichê” pelo brasileiro, a expressão: “aquele é 10! ou aquilo é 10!”, e que é sinônimo de pessoas e produtos de sucesso. Ou seja, uma simples camisa, imortalizada pelo maior jogador de futebol do planeta, Pelé, trouxe novos contornos às relações humanas.
A instalação se compõe de fotos, charges, vídeos e uma programação com debates, mostra de filmes, transmissão ao vivo de jogos e atividades culturais e recreativas gratuitas e abertas à comunidade. Um dos espaços compreende a vídeo-instalação “O que é ser 10?”, com imagens de gols e lances dos melhores jogadores de futebol do mundo, ilustradas por textos das personalidades de diversos segmentos de destaque na sociedade.
Entre os dias 16 e 18 de abril, a equipe das Oficinas Querô estarão nas ruas de Santos para captar declarações da população sobre o que é ser 10. Estas declarações poderão fazer parte do vídeo-instalação que faz parte do evento.
Programação das gravações - Oficinas Querô:
16/04 – 15h às 19h
Local: SESC Santos – baile da terceira idade
17/04 – 14h às 17h
Local: Boulevard da Marcilio Dias – ao lado das Lojas Americanas
18/04 – 12h às 17h
Local: Entorno do estádio de futebol Vila Belmiro
26.07.2007
Nesta quinta-feira, dia 26 de julho, à partir das 19 horas no auditório do SESC-Santos, as Oficinas Querô recebem o profissional Gustavo Ferreiro, que entre outras coisas, vai falar edição de vídeos e montagens cinematográficas.
Videomaker Profissional com larga experiência em vídeos institucionais e videoclips, Gustavo irá explicar de forma didática e dinâmica todo o processo de edição de vídeos, contado na aula, com recursos multimídia para facilitar o entendimento.
Após o bate-papo, será exibido o longa-metragem Canta Maria.
SINOPSE:Após seus pais serem mortos pelo exército, uma jovem passa a viver na casa do tio. Lá é tratada por dois homens, que manifestam interesse nela. Com Vanessa Giácomo, Marco Ricca e José Wilker.
Oficinas Querô - Palestra com Gustavo Ferreiro
Data: 19 de julho de 2007, a partir das 19 horas.
Local: Auditório do Sesc - Santos (Conselheiro Ribes, 136)
ENTRADA FRANCA.
29.12.2005
Para muita gente, o nome de Fernando Ramos da Silva caiu no esquecimento. Na cabeça de Maxwell, Samuel, Eduardo e Igor, está bem vivo. Serve de sinal amarelo. Alerta para que suas vidas não tenham o mesmo trágico desfecho.
Fernando interpretou o personagem central de Pixote, filme de Hector Babenco, que estreou em 1981, sobre um menino de rua que vivia na miséria e se envolveu com a criminalidade. Maxwell, Samuel, Eduardo e Igor deram início à carreira fazendo parte do elenco do longa Querô, rodado neste semestre em Santos, que focaliza o universo semelhante ao vivido por Pixote.
A carreira de ator de Fernando não foi longe: anos depois, morreu em tiroteio com a Polícia Militar, na favela em que morava, em Diadema (SP). Maxwell, Samuel e Igor moram na região do Mercado Municipal (em Santos) e Eduardo, na Favela México 70 (São Vicente), locais que podem não ser tão violentos, mas que, por outro lado, não primam pela tranqüilidade, aquela de quem cria os filhos com a porta de casa aberta. As coincidências, para eles, param aqui.
Primeiro, porque, embora tenham visto muitas coisas ruins e tido a oportunidade de se envolver com o crime (principalmente a venda de drogas), tiveram a sorte de contar com o apoio dos pais, estrutura familiar negada pela providência a Fernando Silva.
Segundo, porque estão determinados a levar a carreira de ator adiante, pois foi a partir de Querô que descobriram que é possível se viver honesta e dignamente, mesmo que não alcancem o estrelato, com o qual, claro, sonham.
Na luta
Em terceiro e o mais importante, não esperaram para ver o que vai acontecer após a estréia do filme, prevista para depois da Copa do Mundo de 2006. Estão indo à luta. Fizeram oficina de interpretação para teatro e TV (no Sesc), escreveram e montaram uma peça e, no ano que vem, vão aprender Informática e todos os processos cinematográficos: direção, roteiro, cenografia, figurino..., também por meio de oficinas, com chancela da parceria Gullane Filmes (produtora de Querô, Bicho-de-Sete Cabeças, Carandiru e outros filmes), Sesc e UniSantos.
Vale lembrar, ainda, que Fernando Ramos da Silva, apesar de ter recebido ajuda e chances, por ser semi-analfabeto, tinha dificuldade para decorar textos, o que dificultou sua trajetória na arte. Maxwell, Samuel, Igor e Eduardo, que assistiram e ficaram impressionados com o filme Pixote, entretanto, têm bem claro a importância dos estudos, condição a mais para que se dêem bem na carreira.
20.07.2007
“O filme precisava da verdade de meninos que tivessem contato com esse tipo de realidade. Por isso fui em busca deles, mas precisei prepará-los para as filmagens.” Carlos Cortez, diretor
No começo, era apenas a produção de um filme com locações em Santos, litoral de São Paulo. Quatro anos depois, essa história termina com a implantação de um projeto social que rende frutos, mesmo depois de encerradas as filmagens. No meio disso, “Querô”, filme que chega aos cinemas no dia 14 de Setembro colecionando prêmios em festivais, principalmente para seu protagonista, Maxwell Nascimento, de 16 anos, que nunca tinha trabalhado como ator. Encontrar Querô e a grande maioria dos jovens que iriam fazer parte do elenco foi a origem de tudo.
A história é baseada no livro de Plínio Marcos, “Uma reportagem maldita (Querô)”, escrito em 1976 e ganhador do prêmio de melhor romance de 1976 pela Associação dos Críticos de Arte de São Paulo. Na trama, Querô é filho de uma prostituta, interpretada por Maria Luisa Mendonça. Órfão, passa a viver com uma mulher que o maltrata (Ângela Leal), por isso, decide viver sozinho na zona portuária de Santos. Ele tenta fugir da marginalidade mas acaba interno na febem e, mesmo depois de uma fuga, não consegue evitar um destino trágico.
“O filme precisava de verdade de meninos que tivessem contato com esse tipo de realidade. Por isso fui em busca deles, mas precisei prepará-los para as filmagens”, explica o diretor Carlos Cortez.
Ele reuniu 1200 jovens de famílias de baixa renda, entre 13 e 20 anos, moradores de Santos, são Vicente, Cubatão e Guarujá. Desses, escolheu 200 para fazer oficinas. Dali, selecionou 40 para o filme. Antes de entrarem no set, foram 18 semanas de preparação. No último dia de filmagem, a choradeira tomou conta de todos. Carlos conta que havia, por parte da produtora Gullane, a vontade de continuar a fazer algo com aquele grupo. Os parceiros do projeto (Sesc, Prefeitura de Santos, Universidade Católica, Associação Mãos Dadas e Unicef) foram decisivos para que as oficinas continuassem.
OFICINAS QUERÔ
Assim, em 2005, surgiram as oficinas Querô – Empreendedorismo e Cidadania através do cinema, um programa de capacitação em produção audiovisual. A cada semestre, o grupo de 40 jovens realiza filmes de curta metragem orientados por grandes profissionais do audiovisual brasileiro. Eles se dedicam a todas as fases que uma produção profissional exige, desde sua idealização, desenvolvimento de roteiro, planejamento, elaboração de projeto executivo até sua viabilização financeira, produção, finalização e lançamento público. Complementam as atividades, oficinas de informática, de expressão verbal, de gestão e administração, de cidadania, além de passeios culturais.
Este ano a novidade fica por conta da iniciativa de dez integrantes das oficinas de criar uma produtora-cooperativa para reproduzir as oficinas para internos da Febem de Guarujá e São Vicente. O projeto conta com o apoio da Unisantos e do Sebrae.
“Durante muito tempo, houve uma grande dependência da nossa produtora. Agora, os parceiros estão assumindo ainda mais o projeto e os jovens estão mais seguros. Se a gente sair, o projeto tem todas as condições para continuar. Essa autonomia é muito importante”, afirma Carlos.
19.05.2010
A Oficinas Querô/SESC de Cinema convida todos interessados em discutir a importância do roteiro no processo de criação cinematográfica, que acontecerá na próxima terça-feira, dia 25 de maio, a partir das 18 horas, no auditório do Sesc-Santos (Av. Conselheiro Ribas, 136 - Próx. ao Shopping Praiamar).
A programação específica è aberta aos entusiastas do Cinema e Audiovisual e realizadores que buscam um canal para debate e troca de conteúdos e experiências. O evento vai contar com a presença do roteirista Thiago Dottori, que entre outros trabalhos, escreveu a série Trago Comigo dirigida por Tata Amaral e, juntamente com Bráulio Mantovani escreveu o roteiro do filme Vips, dirigido por Toniko Melo e com estreia prevista para o segundo semestre. Atualmente escreve uma série para o Canal HBO.
Na oportunidade, o profissional irá falar sobre roteiro, processos de criação e mercado de trabalho.
SOBRE O PROFISSIONAL:
Formado em Cinema pela FAAP, o profissional começou sua carreira na série 2 Apês, na TV USP, em 2000. De lá pra cá, escreveu diversos institucionais, documentários, programas de TV e alguns filmes. Para a TV Globo, escreveu e dirigiu a pequena série “Dicionário de Emília”, exibida no Fantástico e também colaborou nos roteiros da segunda temporada da série “Antônia”.
No cinema, escreveu com Paulo Morelli (diretor de "Cidade dos Homens") os roteiros dos longas “Re.van.che” e “A Esquina”, e é autor do roteiro “Portinari”, para o diretor Sérgio Roizenblitz. Esses filmes estão em fase de desenvolvimento.
É co-roteirista do documentário “13 Minutos”, junto com os diretores Felipe Briso e Gilberto Topczewski, exibido na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, em 2009 e autor da série “Trago Comigo”, dirigida por Tata Amaral, pela qual foi indicado ao prêmio “Qualidade Brasil” na categoria de melhor autor de minissérie.
SERVIÇO:
Encontros Cinematográficos com Thiago Dottori
Bate-papo sobre roteiro, processos de criação e mercado de trabalho.
Local: Auditório do Sesc-Santos (Av. Conselheiro Ribas, 136 - Aparecida)
ENTRADA GRATUITA