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02.09.2010
No próximo dia 28 de setembro, o projeto Oficinas Querô / SESC de Cinema recebe a visita da diretora cinematográfica Laís Bodanzky. A programação é aberta aos entusiastas do Cinema e Audiovisual e realizadores que buscam um canal para debate e troca de conteúdos e experiências.
Segue abaixo a programação completa:
ENCONTROS CINEMATOGRÁFICOS - 28 de setembro
Encontro com Laís Bodanzky que falará sobre sua carreira, área de atuação e sobre o panorama cinematográfico Brasileiro. Antes de cada encontro ocorrerá exibição de filmes de acordo com a temática do debate.
16h – Exibição do longa-metragem “As melhores coisas do mundo” com direção de Laís Bodanzky
Ficção – 107 minutos – 12 anos
Mano (Francisco Miguez) é um adolescente de 15 anos. Ele está aprendendo a tocar guitarra com Marcelo (Paulo Vilhena), pois deseja chamar a atenção de uma garota. Seus pais, Camila (Denise Fraga) e Horácio (Zé Carlos Machado), estão se separando, o que afeta tanto ele quanto seu irmão mais velho, Pedro (Fiuk). Sua melhor amiga e confidente é Carol (Gabriela Rocha), que está apaixonada pelo professor Artur (Caio Blat). Em meio a estas situações, Mano precisa lidar com os colegas de escola em momentos de diversão e também sérios, típicos da adolescência nos dias atuais.
18h – Encontro com Laís Bodanzky – Cineasta
Laís Bodanzky – É roteirista e diretora e conquistou reconhecimento já em seu longa-metragem de estréia, “Bicho de sete cabeças” (2001), uma adaptação do livro autobiográfico do escritor Austregésilo Carrano sobre um adolescente rebelde trancafiado numa instituição psiquiátrica. O filme foi ganhador de diversos prêmios no Festival de Brasília de 2000 e no Festival de Biarritz em 2001. Desde 1996, desenvolve em companhia do marido Luiz Bolognesi, o projeto Cine Mambembe, que realiza até hoje exibições itinerantes de filmes brasileiros para públicos que não têm acesso às salas de cinema. Em 1999, o casal registrou esta experiência no documentário de média-metragem Cine Mambembe, o cinema descobre o Brasil (1999), prêmio de melhor documentário do Festival de Havana. Em 2002 co-dirigiu novamente com Luiz Bolognesi um documentário para a TV sobre a Revolução Constitucionalista de 1932, A guerra dos paulistas. Em 2007, lançou “Chega de saudade”, que recebeu dois prêmios no Festival de Cinema de Brasília, incluindo melhor filme do júri popular. Seu trabalho mais recente como cineasta é o longa-metragem “As melhores coisas do mundo” (2010), com produção da Gullane Filmes. Atualmente, também se dedica ao desenvolvimento do filme Saci, da produtora Buriti Filmes.
Auditório - Aberto ao público maior de 15 anos – sujeito a lotação da sala.
SESC Santos – Rua Conselheiro Ribas 136 – Aparecida - Santos
24.08.2010
Pra quem perdeu a oportunidade de ver o projeto Oficinas Querô no quadro "Circular Periférico" do programa Manos & Minas da TV Cultura, tem uma nova chance.
24.08.2010
No último dia 4 de agosto, os jovens das Oficinas Querô da Vila Guacuri tinham um compromisso inadiável, a exibição especial de estréia dos filmes produzidos no Centro Cultural Diadema. A tarefa não era fácil, afinal de contas, em apenas uma noite os jovens deveriam apresentar em uma festa de encerramento os 4 curtas-metragens produzidos durante um ano inteiro de trabalho árduo e empenho, a cerca de 400 convidados, entre familiares, amigos e apoiadores.
A festa estava linda e, ainda na recepção, um dos grandes ilustres da noite, o Fusca Pois Zé, recebia os convidados de portas abertas. Aos poucos a sensação de ansiedade e frio na barriga dos jovens foi dando lugar à alegria e a emoção, combinando com mais as luzes e som que bombavam em uma pista de dança improvisada no hall de entrada do teatro e animavam o público antes da exibição.
A parte cerimonial do evento foi conduzida de forma impecável pelos jovens Leonardo Garces e Júlia Oliveira que, acompanhados de perto por toda a turma, deram um show á parte de responsabilidade e profissionalismo. O ponto alto da noite ficou por conta da exibição dos filmes Pois Zé, A união faz a torta, Zumbidos e Correndo Risco e o documentário de depoimento dos jovens que fizeram o público sorrir, pensar e se emocionar. Parabéns!
Nosso muito obrigado à todos os jovens e suas respectivas famílias, toda equipe das Oficinas Querô da Vila Guacuri e aos nossos patrocinadores e parceiros por todo o carinho e dedicação durante o ano. Você são parte da nossa grande família Querô. Muito obrigado!
10.08.2010
O projeto Oficinas Querô 2010 seleciona atriz, com perfil determinado, para participar da gravação do curta-metragem "Ulisses".
PERFIL:
- Mulheres de 35 à 40 anos.
Interessadas favor enviar curriculum artístico até o dia 05 de agosto com nome + telefone + e-mail + 2 fotos ( de corpo e rosto ) para:
ULISSES.ELENCO@GMAIL.COM
Maiores informações com Rafaela: (13) 9600.2751
04.08.2010
Agora você pode saber tudo o que acontece nas Oficinas Querô através do Twitter. Siga @oficinasquero e fique por dentro do nosso dia-a-dia.
03.08.2010
No último dia 31 de julho, o programa Zoom da TV Cultura exibiu uma matéria com o projeto Oficinas Querô, núcleo Guacurí. A gravação aconteceu durante a filmagem do curta-metragem "Pois Zé".
Se você perdeu a exibição, não tem problema o YouTube salva mais uma vez!
03.08.2010
O projeto Oficinas Querô 2010 seleciona atores, com perfil determinado, para participar da gravação do curta-metragem "Ulisses".
PERFIL:
- Homens de 40 à 65 anos.
- Mulheres de 35 à 40 anos.
- Garotas de 15 à 17 anos.
- Crianças de 6 à 9 anos.
Interessados favor enviar curriculum artístico até o dia 05 de agosto com nome + telefone + e-mail + 2 fotos ( de corpo e rosto ) para:
ULISSES.ELENCO@GMAIL.COM
Maiores informações com Rafaela: (13) 9600.2751
http://twitpic.com/2bcsqr
25.07.2010
Santos tem o porto mais importante da América Latina, um cenário que já inspirou muita gente. “Era nessa região que o diretor Carlos Cortes queria trabalhar, por conta de ter tudo a ver com o livro do Plínio”, explica a coordenadora do Projeto Oficinas Querô, Tammy Weiss.
Em 2005, o filme ‘Querô’, inspirado na obra de Plínio Marcos, foi gravado em Santos. No elenco, estavam os meninos da região portuária. “Nós fizemos 1.200 testes para procurar esses meninos que seriam os atores do filme, e, de 1.200, ficamos com 40”, diz Tammy. “Quando terminou a gravação do filme, ficou todo mundo super triste, porque tínhamos quase criado um relacionamento, éramos praticamente uma família, por conta daquele período todo em que passamos juntos”, afirma o sócio da Quero Filmes, Jeferson Paulino.
“Entramos em contato com a Unicef, que ajudou a gente a criar um projeto de continuidade onde esses meninos tivessem outras chances, outras oportunidades, não só como atores, mas como produtores, que tivessem a chance de realizar seus filmes e contar suas histórias”, conta a coordenadora. “Oficinas Querô é um projeto de capacitação audiovisual para jovens de comunidade de alto risco social da Baixada Santista”, resume Joaquim Teixeira, responsável pela comunicação das Oficinas.
“Hoje é uma aula prática em locação, é uma aula de direção de fotografia, operação de câmera, iluminação. A gente misturou um pouquinho, e os jovens estão aprendendo como operar câmera, mas também como montar uma iluminação numa determinada locação, num determinado espaço”, explica Thalita Sampaio, coordenadora das Oficinas Querô.
Nos encontros cinematográficos, profissionais são convidados a compartilhar o cinema com os estudantes, como o roteirista Thiago Dottori. “O que eu acho muito legal é que esse projeto dá oportunidade a pessoas que talvez não tivessem acesso de fazer de ter uma formação na área do audiovisual. A iniciativa consegue trazer essas pessoas, primeiro para dentro de uma escola, onde vão aprender as ferramentas básicas e até avançadas pra poder fazer um filme ou um programa de televisão, e depois a oficina continua, fazendo esse intercâmbio para que eles possam trabalhar no mercado também”, afirma.
Toninho é cinegrafista profissional. Na aula externa, divide o conhecimento com os alunos. “Trabalhar em equipe é muito bom. A gente conhece pessoas diferentes, sabe os valores de cada um e aprende a conviver, o que é muito difícil, todos os dias, um ano inteiro”, diz Jessica dos Santos, de 16 anos. Dar voz aos jovens é uma das propostas das oficinas.
Quem quiser acompanhar a matéria completa é só assistir abaixo:
Parte 1:
Parte 2: